Publicado el 09-04-2007 / Edición Nº 6 / Año III

 

















â"ESTRATEGAR” UMA NOVA ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO
por dos Santos Alves, José Augusto
Universidade Nova de Lisboa
dos Santos Alves, José Augusto (09-04-2007). â"ESTRATEGAR” UMA NOVA ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO.
FISEC-Estrategias - Facultad de Ciencias Sociales de la Universidad Nacional de Lomas de Zamora
Año III, Número 6, V3
ISSN 1669- 4015
URL del Documento : https://www.cienciared.com.ar/ra/doc.php?n=584
URL de la Revista : https://www.fisec-estrategias.com.ar

RESUMEN:
<P class=MsoNormal style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=3>O objectivo deste texto deve ser visto no âmbito do ensino e dos padrões ético e deontológico, tendo presente o quadro de uma nova estratégia comunicacional no âmbito da educação.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=3>No tempo dos “ungidos” mediáticos, do inconsciente da comunicação, a constante informação e desinformação, cujo produto mais visível é a alienação da grande maioria da população, torna irrelevante a discussão deste problema, que devia ser uma constante nos <I style="mso-bidi-font-style: normal">media</I>, e leva, em virtude da sua complexidade e quantidade de interesses envolvidos, a um imutável sombreamento, refugiando-se os <I style="mso-bidi-font-style: normal">media</I> nos mais concretos e próximos problemas pessoais do grande público, recusando, assim, a exigência ética que devia obrigar jornalistas, editores, produtores. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=3>Este tema conduz a outro sem o qual o objectivo pretendido não é possível: jamais haverá comunicação, se um novo espaço público, desfeudalizado, desanonimizado, desreificado, não substituir o actual, refeudalizado, reificado e anónimo. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=3>Com efeito, para dominar o paradigma emergente temos de revisitar o <I style="mso-bidi-font-style: normal">homo strategicus</I> da viragem dos séculos XVIII-XIX e construir o <I style="mso-bidi-font-style: normal">homo strategicus</I> do século XXI, no quadro da transmissão compreensiva/explicativa, explicativa/comunicativa e da capacidade electiva/estratégica. Ou seja, o “estrategar” da estratégia de comunicação, com reflexo a todos os níveis da comunicação. Bebendo no modelo do século XIX (o homem, o individuo social, o periodista, o publicista), esta nova estratégia de comunicação deve contribuir para a formação de agentes de comunicação, que combinem e caldeiem sólida formação cultural, valores, ética, o local com o global, enquanto vasos comunicantes comunicacionais, glocalizem (global/local) a liberdade, a independência, a audácia das abordagens. Animado de convicções, paixão, coerência, quididade da escrituralidade, veículo de ensino da paixão e respeito pelas convicções e pelos princípios, correlato intramundano de informação, cognição e informação, o periódico, um <I style="mso-bidi-font-style: normal">media</I>, seja ele qual for, resultante desta fusão entre uma retórica e uma argumentação renovadas, deve ser uma aventura intelectual e de comunicação, não um produto, contentor de notícias, cuja produção se reflectiria no resultado final, mas um trabalho global, animado de convicções, seriedade, comunicabilidade e rigor, um “<I style="mso-bidi-font-style: normal">media</I> de opinião”, em empatia com o público a quem se dirige, apelando cada vez mais a maiores audiências. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=3>A panorâmica aqui presente não pode, contudo, fazer esquecer que uma teoria estratégica não é um estado, é um processo que se vai construindo. O caminho faz-se caminhando. Não colhe a oposição entre pensamento e teoria estratégicos. Se há novo pensamento estratégico, esse dado reflecte uma nova teoria ou o repensar a teoria. <o:p></o:p></FONT></SPAN></P> <P class=MsoNormal style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN lang=PT style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=3>Importa, sobretudo, pelo seu viés, romper com o círculo vicioso da incompetência, laxismo, tarefeirismo, nepotismo, perversão e restabelecer os valores éticos. O seu incitamento é absolutamente crucial para evitar que o exercício do poder político seja um instrumento para saciar os interesses de grupos minoritários e não, como deve, de caminhar para o desenvolvimento do bem-estar colectivo. Uma democracia degenera se não está fundada sobre valores éticos que lhe serviram de matriz fundadora e inspirem e orientem a convivência colectiva. Se os políticos não se disponibilizam a recentrar e a recuperar a moral, então é importante que as escolas, por via do ensino, e os cidadãos, na quotidianeidade, reinventem na hora de decidir. Para isso, a comunidade e a escola devem contribuir para o renascimento de um novo espaço público, salvaguardadas as mudanças estruturais; para isso, há que recentrar a alteridade perdida; para isso, há que colocar um termo aos íntimos vínculos entre os que se encarregam do negócio da política e os que se dedicam à política como negócio, entre os políticos capazes de vitalizar as instituições do Estado e os tarefeiros da política. Neste quadro, o “estrategar” da função do periodismo (<I style="mso-bidi-font-style: normal">multimedia</I>), na era da revolução digital, é, a meu ver, irrecusável para o aprofundamento da intercompreensão e da intersubjectividade, fundamental para uma nova estratégia comunicacional. Assim sendo, revisitar os clássicos do periodismo do século XIX também. E porquê esta proposta, aparentemente anacrónica, até insólita para o século XXI, de revisitação dos clássicos que estiveram na génese do actual paradigma de comunicação? Porque aí podemos encontrar todos os ingredientes, a potencializar, a desenvolver, para uma renovada estratégia de comunicação, o cimento do “estrategar” de que nos fala Rafael Pérez.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
PALABRAS CLAVE: Estratégia, Comunicação, Educação
ABSTRACT:

“ESTRATEGAR” A NEW STRATEGY OF COMMUNICATION IN THE AMBIT OF THE EDUCATION

The intention of this text should be seen in the ambit of the teaching and of the ethical and deontological patterns, it tends to present the picture of a new communicational strategy in the ambit of the education. In the time of the “anointers” mediators, of the unconscious of the communication, the constant information and disinformation, whose more visible product is the alienation of the great majority of the population, it turns irrelevant the discussion of this problem, that should be a constant in the media and it takes, by virtue of your complexity and amount of involved interests, to an unalterable forgetfulness, taking refuge in the more concretes and the great public's next personal problems, refusing, like this, the ethical demand that should force journalists, editors, producers. In fact to dominate the emergent paradigm we have to revisit the homo strategicus of the 18th-19th centuries and to build the homo strategicus of 21st century, in the picture of the understanding/explanatory, explanatory/communicative transmission and of the elective/strategic capacity, which means the “estrategar” of the strategy. Communication strategy, with reflex the all the levels of the communication, drinking in the model of the 19th century (the man, the social individual, the journalist, the publicist) for the communication agents' formation, that combine and weld solid cultural formation, values, ethics, the place with the global, while vases communicating, the freedom, the independence, with the audacity of the approaches. Lively of convictions, passion, coherence, vehicle of teaching of the passion and respect for the convictions and for the beginnings, intermundane correlate of information, cognition and information, the newspaper, one media, which ever it may be, it should be an intellectual adventure and of communication, not a product, depot of news, but a global work, lively of convictions, seriousness, communication and rigidity, one “media of opinion”, in empathy with its the public, appealing more and more to largest audiences. The survey here presented cannot make us to forget that a strategic theory is not a state; it is a process that is growing. The road is made by walking. It doesn't pick the opposition between thought and strategic theory. New strategic thought that reflects itself in a new theory or rethinking the theory. That’s important, above all, to break with the vicious circle of the incompetence, lassitude, job men, nepotism, and perversion and to re-establish the ethical values. Your incitement is quite crucial to avoid that the exercise of the political power is an instrument to satiate the interests of minority groups and not, as it should, of walking for the development of the collective well-being. In this picture, the “estrategar” of the function of the journalism (multimedia), in the era of the digital revolution, it is, in my opinion, irrecusably essential for a new communicational strategy. So, it is necessary to also revisit the classic of the journalism of the 19th century, in the origin of the actual communication paradigm, because there we can find all the ingredients, for a renewed communication strategy, the cement of the “estrategar” that Rafael Pérez talks about.

KEYWORDS: Strategy Communication Education


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ISSN 1669- 4015


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